Big Brother Brasil

Blog da Torcida - BBB

08/03/2007

Por que ela sempre quis o BBB?





“A gente nunca conversou sobre isso. Talvez por fantasia de realizar um sonho que também é possível. E existe um diferencial. Ela sabia muito sobre o programa, leu o livro sobre como surgiu o Big Brother lá fora, entendeu a logística da coisa e se apaixonou. Não tem gente que é apaixonado por novelas? Pois é, ela se apaixonou pelo Big Brohter. Ela sabe sobre cada personagem, nunca criticou ninguém, sempre teve carinho pelas pessoas lá de dentro”.

Viciada em BBB



“Era uma briga, porque eu queria ver o futebol e ela queria assistir ao Big Brother. Era só eu dormir que ela pegava o controle e colocava no programa. A Analy conhece até os intervalos do Big Brother. Ela sabe tudo desde o primeiro programa, nomes, datas, números. Ela sabe tudo. Um dia, já bem perto de terminar as inscrições ela passou perto de mim toda arrumada. Eu perguntei se ela ia sair. ‘Não, vou fazer a filmagem para enviar para o Big Brother’. Depois ela levou para um amigo para passar para CD. São cinqüenta mil pessoas, não sei qual o critério, você não acredita muito. Não que seja impossível. Quantas pessoas que você conhece que ganharam na loteria, na Mega Sena? O tempo passou, eu esqueci. Aí passou e não é que um belo dia: ‘Pai, preciso falar com você. Pára tudo e me olha. Pai estou tremendo’. E eu perguntei o que tinha acontecido. ‘Me ligaram da Globo’. Daí eu perguntei: ‘Você vai tocar para a Globo?’. Nem tinha me tocado do BBB. ‘Pai, é o Big Brother’. Comemoramos e ela não dormia, não comia. Falei: ‘Filha, relaxa’”.

R$ 1 milhão para quitar as contas?


“Eu dizia: ‘Filha, vai trabalhar, isso não vai te dar dinheiro. Não adianta você ficar até as três, quatro horas da manhã. No dia seguinte você tem que acordar, tem que produzir, o final do mês está aí, tem condomínio’. E ela dizia: ‘Deixa que eu sei o que eu estou fazendo’. Ela sempre gostou. E se ela está lá, foi por competência dela, foi por determinação mesmo. Ela batalhou, ela quis, ela conseguiu”. (Pai da Analynda)
Por Capitão da torcida
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06/03/2007

DJ, uma teimosia que deu certo




Se tornar DJ foi uma teimosia dela. ‘Pai quero que você me empreste quatro cheques, que depois eu te pago. Vou fazer um curso de DJ’. Aí eu pensei: ‘Não acredito, não, não’. E ela: ‘Você sabe que eu amo. Aonde eu vou, todo mundo fala que eu tenho jeito. E tem um amigo meu que insistiu e disse que vai me ajudar’. Aí contou altas histórias. ‘Bom, é o que você quer? Toma. É pré-datado, não esquece o dia que vence’. E daí ela fez e realmente foi uma teimosia que deu certo. Ela amou o curso. Já saiu bombando”.
Por Capitão da torcida
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